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A Cotação do dólar em alta de 0,56%


O dólar comercial voltou a valorizar nesta segunda-feira (3). Durante o dia, a moeda norte-americana estava apresentando altas próxima a 2% porém, o Banco Central resolver intervir para conter a subida. No dia, o crescimento foi de 0,56ˆ.

dollars

A moeda ficou cotada a R$ 1,892 na venda. Este é o maior valor diário desde o dia 1º de setembro de 2009, quando o dólar encerrou a R$ 1,904 na venda. Em setembro, a moeda conseguiu valorizar 18,15%, a maior valorização mensal desde setembro de 2002.

O Baco Central optou por realizar um forte intervenção no mercado futuro de cambio para conter a alta do dólar. Este foi o segundo leilão de swap cambial tradicional realizado nas ultimas três semanas. Para a terça, é provável que o BC atue com um novo swap e oferece mais de 90 mil contratos.

Durante o dia, o ministro da Fazenda, Guido Mantega comentou que devido ao fluxo de recursos disponíveis pelos países emergentes neste momento, o real deve continuar menos valorizado. “Mas não sei em que patamar”, afirmou.

Dólar reverte alta com ação do BC no nível de R$ 1,90

Ontem, o BC realizou leilão de swap quando o dólar ultrapassou R$ 1,90 e anunciou outro para hoje, após a moeda voltar a essa cotação

O dólar reverteu a alta registrada na maior parte da manhã e cai antes do segundo leilões de swap em dois dias realizados pelo Banco Central. As intervenções da autoridade monetária, anunciadas após o dólar chegar a R$ 1,90, têm suscitado considerações sobre um possível limite para a moeda americana.

O dólar caia 0,3 por cento, para R$ 1,8847, às 11:25, após atingir máxima de R$ 1,9011 mais cedo. No exterior, as bolsas caem pelo terceiro dia com receio de agravamento da crise europeia. Os papéis de bancos lideram as perdas. O índice DAX da bolsa alemã chegou a cair 3,7 por cento. Commodities como o petróleo e o cobre recuam, enquanto o ouro sobe.

Ontem, o BC realizou leilão de swap quando o dólar ultrapassou R$ 1,90 e anunciou outro para hoje, após a moeda voltar a essa cotação. No leilão de hoje, a autoridade monetária vai ofertar até 30.000 contratos com vencimento em novembro de 2011 e 12.375 para janeiro, 39.450 para abril e 8.700 para julho de 2012.

“Tudo leva a crer que o BC não fica confortável quando o dólar rompe os R$ 1,90”, disse Newton Rosa, economista-chefe da Sul América Investimentos, em entrevista por telefone de São Paulo. “Uma desvalorização mais forte do real poderia prejudicar a inflação.”

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse em entrevista coletiva ontem acreditar que o real ficará “menos valorizado permanentemente”.

Segundo Mantega, não há um patamar ideal para o câmbio. Ele disse não saber em que cotação o real ficará e que não é o momento para retirar o Imposto sobre Operações Financeiras.

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    Pingback por Dólar cai pelo sexto dia consecutivo — 31 de outubro de 2011 #

  2. […] estava em “total sintonia” com Dilma, que voltou da viagem à Europa alarmada com a crise financeira mundial. O câmbio desvalorizado no Brasil garantiria mais competitividade aos produtos […]

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