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Agenda do dia traz variação dos estoques nas empresas dos EUA


A terça-feira tem fraca agenda de indicadores. Por aqui, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) traz a Pesquisa Industrial Mensal de novembro e o prognóstico de safra para 2012.

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E a Fundação Getulio Vargas (FGV) apresenta o Índice de Preços ao Consumidor Semanal para as cidades São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília, Salvador e Recife.

Nos Estados Unidos, o dia reserva os estoques no atacado das empresas. Está prevista alta de 0,6%, após variação positiva de 1,6%. Também estão agendados discursos de dois membros do Federal Reserve (Fed), banco central americano.

Na quarta-feira, a agenda tem a primeira prévia do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de janeiro e o Livro Bege do Fed. A quinta reserva as decisões de juros do Banco Central Europeu (BCE) e Banco da Inglaterra (BoE) e as vendas no varejo brasileiro em novembro. Na sexta, destaque para os preços de importação nos EUA e a confiança do consumidor americano.

Bovespa

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) conseguiu ficar imune à volatilidade vista no exterior, mas o volume financeiro do dia foi fraco, apenas R$ 4,64 bilhões.

Com um aumento das compras no fim do dia, o Ibovespa fechou os negócios com ganho de 0,82%, aos 59.082 pontos.

O analista sênior do BB Investimentos, Hamilton Alves, avalia que o movimento não passou de um ajuste de carteiras, com a recompra de papéis.

Ele chama atenção para a volta de um volume fraco da bolsa nesta segunda-feira e destaca que o índice ainda precisa romper os 59.600 pontos para poder ingressar em uma trajetória de recuperação.

Ao aguardar uma retomada consistente da Bovespa apenas no segundo semestre do ano, Alves aponta que, no curto prazo, o foco se volta especialmente aos números da China e à análise mais profunda da recuperação do mercado de trabalho americano.

Câmbio

Depois de dois pregões de valorização, o dólar teve um dia de firme baixa ante o real. Segundo o operador de câmbio da Renascença Corretora, José Carlos Amado, além do tom melhor no câmbio externo a expectativa de novas entradas de recursos no país estimulam a venda de moeda americana.

Na semana passada, o Tesouro brasileiro, o Bradesco e a Vale levantaram mais de US$ 2,5 bilhões com captações externas, trazendo a expectativa de novas emissões.

No entanto, diz Amado, o mercado deve continuar com uma postura cautelosa e sensível ao noticiário envolvendo a zona do euro.

No fim do dia, o dólar comercial mostrava baixa de 0,86%, a R$ 1,835 na venda, mínima do dia. A moeda chegou a subir a R$ 1,857 no começo do pregão.

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar pronto teve desvalorização de 0,65%, a R$ 1,8406. O giro do dia foi de US$ 77 milhões.

Também na BM&F, o dólar com entrega para fevereiro mostrava baixa de 1,31%, a R$ 1,844, antes do ajuste final de posições.

No câmbio externo, o euro teve um dia de recuperação após o tombo da semana passada. A moeda subiu cerca de 0,50% a US$ 1,275. Já o Dollar Index, que mede o desempenho da divisa americana ante uma cesta de moedas, recuou 0,34%, a 80,98 pontos.

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1 Comentário

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  1. […] operadores, parte da queda nesta sessão pode ser atribuída ao mau desempenho do dólar no exterior, que perdia valor ante várias moedas. O euro saltava cerca de 1 por cento, depois que leilões bem […]

    Pingback por Dólar cai quase 1% e fica abaixo de R$1,80 com exterior — 15 de junho de 2012 #

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