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Dólar sobe 0,37% no meio da instabilidade dos mercados


No mercado de câmbio, o dólar comercial opera em alta de 0,37%, cotado a R$ 1,604 para compra e a R$ 1,606 para venda, por volta de 12h40. O movimento segue a tendência dos mercados internacionais, com a divisa americana se fortalecendo em relação à maioria das moedas.

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Segundo o sócio do Banco Modal responsável pelas áreas de câmbio e renda fixa, Luiz Eduardo Portella, o mercado está de olho na conferência anual do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) na próxima sexta-feira. A expectativa é que o presidente do Fed, Ben Bernanke, aproveite seu discurso para anunciar novas medidas de estímulo à economia dos EUA.

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Dólar atinge maior cotação em 3 semanas em dia de pânico


O dia de 'pânico' continua nos mercados globais e seus impactos são sentidos em todos os tipos de ativos. O câmbio local não é exceção, mas a alta do dólar por aqui se mostra mais 'tímida' em comparação com outras praças e ativos.

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Por volta das 14 horas, o dólar comercial apontava alta de 1,08%, a R$ 1,580 na venda, maior cotação em três semanas. A máxima do dia foi registrada a R$ 1,585.

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar para setembro tinha acréscimo de 1,11%, a R$ 1,5905. Pela análise gráfica, superado o R$ 1,592, o próximo objetivo é R$ 1,605.

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Para compensar dólar baixo, governo anuncia pacote


Para compensar os efeitos da queda do dólar, que oscila ao redor de R$ 1,55 nos últimos dias, a menor cotação dos últimos doze anos, o governo federal anuncia nesta terça-feira (2), em cerimônia no Palácio do Planalto, a nova política industrial, que deve se chamar “Brasil Maior”, para aumentar a competitividade das empresas brasileiras, que vêm perdendo mercado no exterior e, também, no Brasil para os produtos importados.

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O novo pacote de “bondades” deverá conter medidas de desoneração (redução de tributos), simplificação de procedimentos no comércio exterior e recuperação mais rápida de créditos, além de linhas de crédito para o setor produtivo.

O anúncio de uma nova política de estímulo à competitividade das empresas acontecerá sem que a espinha dorsal do pacote anterior, anunciado em maio do ano passado, tenha saído do papel.

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Após acordo dos EUA, o mercado deve levar câmbio a R$ 1,50


O fim da crise política nos EUA não deve solucionar seus problemas fiscais no curto prazo, tanto que o Barclays Capital trabalha com um cenário segundo o qual agências internacionais de rating devem reduzir no curto prazo a nota da dívida soberana do País, comentou de Nova York, o economista-chefe para Brasil do Barclays Capital, Marcelo Salomon.

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A instituição acaba de reduzir as perspectivas de crescimento americano, de 2,5% para 1,7% neste ano e de 3,4% para 2,4% em 2012. “Com algum grau de melhora na situação da Europa, é possível esperar que a cotação do euro ante o dólar atinja 1,50 em três meses”, comentou. Nesse contexto, ele avalia que a relação rentabilidade e risco deve continuar bem vantajosa para investidores internacionais que aplicam capitais no Brasil, o que, segundo ele, pode levar o câmbio para R$ 1,50 até novembro.

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Medidas governamentais sobre o câmbio aumentam a cotação do dólar


O governo federal publicou nesta quarta-feira no Diário Oficial uma medida que permite a taxação em até 25% através do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações feitas por investidores no Brasil, com instrumentos financeiros chamados de derivativos financeiros.

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Na prática, as novas medidas permitem o governo calibrar a alíquota do IOF de acordo com o que achar necessário em termos de política de juros ou política fiscal. Essas operações, feitas no mercado futuro de dólar (BM&F) têm enorme influência na formação dos preços à vista.

Após o anúncio nessa quarta-feira, o dólar comercial foi negociado por R$ 1,558 nas primeiras operações do dia, o que representa um forte avanço de 1,36% sobre a cotação do fechamento de terça-feira.

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Dólar estável após três dias de queda


Após três quedas seguidas, a cotação do dólar comercial fechou estável (variação zero) nesta quarta-feira (22), a R$ 1,589 na venda. O BC voltou a realizar apenas um leilão de compra de dólares no mercado à vista. A taxa aceita hoje foi de R$ 1,588. A medida busca elevar a cotação da moeda.

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O mercado reagiu bem após o voto de confiança dado ao governo da Grécia pelo Parlamento, na noite de terça-feira, mas a notícia não teve muito impacto sobre os preços porque já era esperada.

A demonstração de apoio ao primeiro-ministro garante a continuidade das reformas fiscais e evita um calote desordenado do país no curto prazo.

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Em dia de poucos negócios o dólar em leve recuo


O dólar segue apresentando pequena variação, com cotação praticamente estável. O pregão é marcado pela escassez de operações, por conta do feriado de Corpus Christi, na quinta-feira. "A semana é menor e ninguém abre posições em um período de tempo tão curto", explica o gerente de câmbio da Treviso Corretora de Câmbio, Reginaldo Galhardo. "Na semana que vem, poderemos ver um dólar mais volátil, principalmente por conta de novas entradas de recursos no país. Parte delas está atrelada a captações que já estão em andamento", afirma.

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Os poucos negócios em andamento no mercado de câmbio estão sendo pautados pela melhora do cenário no exterior. Entre os investidores, cresce a perspectiva de que o primeiro-ministro da Grécia, George Papandreou, receba o voto de confiança do Parlamento hoje, o que deve abrir caminho para aprovação das medidas de austeridade. Se essa expectativa for confirmada, os gregos ficarão mais próximos da ajuda financeira do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da União Europeia (UE).

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