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Dólar cai 0,62%, e fica em R$ 1,583


Sem surpresa, os vendedores seguem pautando a formação da taxa de câmbio nesta terça-feira. Como observado todo o fim de mês a "briga" pela Ptax (média das cotações ponderada pelo volume) é que faz o preço. E, novamente, os vendidos, que ganham com a queda do dólar, falam mais alto.

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Por volta das 13h30, o dólar comercial apresentava queda de 0,62%, a R$ 1,583 na venda, menor cotação para o mês. Agora em maio o preço da moeda ainda sobe 0,64%.

Na Bolsa de Mercadorias Futuros (BMF), o dólar para junho mostrava queda de 0,44%, a R$ 1,582. O contrato para junho, que já concentra a liquidez, recuava 0,46%, a R$ 1,594.

A Ptax será utilizada para liquidar os contratos que não foram rolados de um vencimento para o outro. Cabe lembrar que junho será o último mês no qual a taxa será apurada como média ponderada pelo volume. A partir de julho o método de cálculo será outro, com quatro consultas feitas pelo Banco Central (BC) entre 10 horas e 13 horas com a Ptax sendo divulgada pouco depois.

De volta à BMF, até o pregão do dia 30, os estrangeiros eram os grandes vendidos em dólar, com US$ 18,166 bilhões, sendo US$ 10,20 bilhões em dólar futuro e US$ 7,965 bilhões em cupom cambial (DDI – juro em dólar).

Na ponta oposta temos os bancos, com US$ 13,434 bilhões em posição comprada. São US$ 8,255 bilhões em dólar futuro e US$ 5,179 bilhões em cupom cambial. Cabe lembrar que os bancos possuem outras formas de exposição cambial (mercado à vista, derivativos e contratos de balcão), portanto não é possível saber a posição líquida das instituições.

No câmbio externo, o dólar também perde para o euro e outros rivais, conforme cresce a percepção de que mais ajuda financeira pode ser liberada para a Grécia. Com isso, cai a preocupação com uma reestruturação da dívida que poderia resultar em prejuízos para os investidores.

Há pouco, o euro apontava alta de 0,61%, a US$ 1,437, maior cotação desde o começo do mês. Já o Dollar Index, que mede o desempenho da divisa americana ante uma cesta de moedas, recuava 0,41%, a 74,65 pontos, menor patamar desde o começo do mês.

Com dólar em baixa e menor preocupação com a dívida da Grécia, as commodities também ganham força. O barril de WTI subia cerca de 1,5%, a US$ 102,18. Já o índice CRB subia 1,2%.

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