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Dólar fecha cotado a R$ 1,582 de olho na cena externa que pauta os negócios


A moeda norteamericana operou durante todo o dia com valorização. No final dos negócios a divisa apontava alta de 0,32%, cotada a R$ 1,581 para compra e R$ 1,582 para venda. Por sua vez, o euro recuava 0,75% em relação à moeda norte-americana, a US$ 1,4574.

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O Banco Central (BC) manteve a rotina e comprou dólares no mercado à vista a uma taxa média de R$ 1,5810. A liquidação financeira da operação acontece na próxima sexta-feira (10).

Com base no sistema interbancário, o mercado estima que a Ptax (média das cotações do dólar) apurada pelo BC tenha ficado a R$ 1,582, com giro interbancário de US$ 2,4 bilhões. No turismo, a moeda norteamericana fechou negociada a R$ 1,50 na compra e a R$ 1,64 na venda, enquanto que no traveller check, trocou de mãos entre R$ 1,53 e R$ 1,63. No paralelo, as trocas ocorreram entre R$ 1,66 e R$ 1,76.

No mercado futuro da BM&FBovespa, os contratos para a virada do mês registraram leve alta de 0,06%, a R$ 1,590, após 238,9 mil operações e giro de R$ 19 bilhões.

Os agentes financeiros digeriram hoje o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, Banco Central dos EUA), Ben Bernanke, e novos temores sobre a situação fiscal da Grécia.

Bernanke afirmou que a economia dos Estados Unidos vem se recuperando em ritmo mais lento do que o esperado, principalmente com relação ao mercado de trabalho. E acrescentou que as interrupções da cadeia de abastecimento associado ao terremoto e o tsunami no Japão prejudicaram a atividade econômica norte-americana neste trimestre.

Já na Europa, diante da delicada situação financeira da Grécia, o ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble, sugeriu ao Banco Central Europeu (BCE) e ao Fundo Monetário Internacional (FMI) que os vencimentos dos títulos públicos gregos sejam estendidos por sete anos. O período seria necessário para que o país, derrubado por uma impagável dívida orçamentária, reforme sua economia.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) começou nesta quarta-feira sua primeira reunião deste ano sem consenso prévio sobre a oferta futura de petróleo em meio a confusão a respeito da presença da Líbia, castigada por uma guerra civil e que deixou de fornecer cru ao mercado.

Por aqui, segundo o BC, o saldo da entrada e saída de dólares, fluxo cambial, está positivo em US$ 261 milhões em junho (de 01 a 03 de junho).

Vale ressaltar que em maio, os bancos reduziram suas posições vendidas para US$ 9,301 bilhões, ante US$ 11,731 bilhões ao fim de abril. As compras da autoridade monetária no mercado de câmbio à vista somaram US$ 4,273 bilhões.

Em dia de decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) que define no final do dia o rumo da taxa Selic, fixada em 12% ao ano, o mercado repercute a saída de Antonio Palocci da Casa Civil, anunciada ontem.

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