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Dólar sobe 0,24%, e chega a R$ 1,616


O mercado de câmbio local segue descolado do comportamento do dólar no mercado externo, que também não reflete o movimento de baixa na cotação das commodities. Ou seja, as correlação mais “tradicionais" entre os ativos não parece ser obedecida.

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Por volta das 14 horas, o dólar comercial apontava alta de 0,24%, a R$ 1,616 na venda, depois de cair a R$ 1,608 e subir a R$ 1,621.

Compras também na Bolsa de Mercadorias Futuros (BMF), onde o dólar para junho se valorizava 0,30%, a R$ 1,6195.

No câmbio externo, dados fracos sobre a economia americana tiraram força do dólar, que acentuou baixa ante seus principais rivais. O Dollar Index, que mede o desempenho da divisa americana ante uma cesta de moedas, mostra isso ao apontar queda de 0,40%, a 75,17 pontos.

O euro, depois de um período de indefinição, firmou alta, ganhando 0,44%, a US$ 1,43.

Quando o dólar cai, geralmente, o preço das commodities sobe, pois é cotado em moeda americana, então são necessários menos dólares para se comprar a mesma quantidade de produto. Há pouco, o índice de matérias-primas CRB perdia 1,20%, enquanto o barril de petróleo do tipo WTI se desvalorizava 1%, operando na linha dos US$ 99.

Ainda no campo das correlações. O real parece mostrar mais correlação com o CRB do que com o dólar no campo externo ou com o euro. Como o Brasil é um exportador de commodities, quanto maior o preço da matéria-prima, maior a receita em dólares para uma mesma quantidade de produto.

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