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Etiqueta Arquivos: câmbio dólar

Dólar fecha em queda de 0,11%, cotado a R$ 1,8190


O dólar à vista encerrou em queda, de 0,11%, e abaixo de R$ 1,82, cotado hoje em R$ 1,8190 no balcão, após subir 1,05% nas duas sessões anteriores. Na BM&F, o dólar spot encerrou na mínima, com baixa de 0,05%, em R$ 1,8207. A queda de preço ocorreu em meio a um fluxo cambial aparentemente equilibrado e um giro financeiro maior que o dos dois dias anteriores.

DOL8A pressão de baixa resultou de um aumento de oferta de moeda no fim da sessão, uma vez que os agentes financeiros esperavam um leilão de compra do Banco Central à tarde, o que não se confirmou. Sendo assim, eles foram a mercado vender a moeda, pressionando a baixa dos preços, na contramão da leve valorização do dólar no exterior. O giro total à vista na clearing de câmbio às 16h52 somava US$ 2,385 bilhões (US$ 2,131 bilhões em D+2).

No mercado futuro, às 16h51, o dólar abril 2012 subia 0,16%, a R$ 1,8235, com giro de US$ 14,940 bilhões, de um total de US$ 15,136 bilhões movimentados com cinco vencimentos de dólar.

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Com anúncio do Tesouro, dólar fecha em alta pelo segundo dia consecutivo


Repercutindo o anúncio do secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, de que o Governo irá antecipar parte do pagamento da dívida externa, o dólar comercial fechou em alta de 0,43% pelo segundo dia consecutivo, cotado a R$ 1,81 para venda.

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As negociações da moeda responderam a sinalização de que o governo deverá fazer novas intervenções no câmbio. A quitação antes do vencimento da dívida aumenta as chances de compras maiores de dólares no mercado. Augustin afirmou ainda que Governo já negocia o pagamento antecipado de US$ 2,9 bilhões de empréstimo do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).

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Dólar fecha em alta de 0.4%, cotado a R$ 1,81


O dólar fechou em alta de 0,4% nesta segunda-feira, chegando a R$ 1,8107 na venda, oscilando de 1,8006 real na mínima à máxima de 1,8121 real.

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O mercado financeiro tem operado na espera de que o governo possa tomar mais medidas para conter uma valorização excessiva do real ou que o BC possa voltar a atuar com leilões.

Com a moeda acima do piso de R$ 1,80 e o fraco volume nos mercados nesta segunda-feira, também com poucas novidades no cenário externo, o BC não realizou leilões de compra de dólares, segundo a avaliação do mercado. A autoridade monetária chegou a atuar nas duas últimas sessões, com leilões de compra no mercado à vista.

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Com dólar ainda baixo, governo zera IOF para ajudar exportações


O governo anunciou uma nova medida ligado ao câmbio. Dessa vez, a ideia é tentar “preservar” os exportadores brasileiros das variações do dólar.

DOL12Um decreto publicado nesta sexta-feira (16) no Diário Oficial da União reduziu para zero a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de hedge cambial com contratos de derivativos dos exportadores. A alíquota de IOF sobre essas operações estava fixada em 1% desde 15 de setembro do ano passado.

O hedge é uma forma de proteção que as empresas têm contra a variação do câmbio. Por exemplo, se uma companhia possui uma dívida de US$ 1 milhão e, hoje, a cotação do dólar está em R$ 1,54, a dívida é de R$ 1,54 milhão.

Caso não pague à vista e tenha um prazo de quatro meses para quitar o débito, a cotação do dólar pode variar até lá. Se subir para R$ 2,00 no final dos quatro meses, a dívida aumentaria de R$ 1,54 milhão para R$ 2 milhões. Mais

Apesar de BC, dólar fecha em leve queda por fluxo e Copom


O dólar fechou em queda frente ao real nesta quinta-feira, reagindo a fluxos de recursos e resistindo à volta das intervenções do Banco Central, que apenas nesta sessão realizou dois leilões de compra de moeda no mercado à vista.

DOL2Segundo operadores, as perspectivas de que a Selic, taxa básica de juros, não caia tanto quanto o estimado e o quadro externo positivo também ajudaram a puxar o dólar para baixo nesta sessão.

Mesmo com a queda, a divisa norte-americana sustentou-se acima do nível de 1,80 real, encerrando a 1,8038 real na venda, um recuo de 0,18 por cento. A cotação oscilou entre 1,8108 e 1,7885 real.

“Acho que hoje foi uma combinação de fluxo e dólar testando o patamar de 1,80 real para baixo. Essas duas coisas combinadas chamaram o BC de volta ao mercado”, disse o consultor financeiro da PreviBank Jorge Lima.

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Dólar sobe e fecha no maior valor desde início de janeiro


O dólar comercial retomou a alta ante o real e fechou nesta quarta-feira no maior valor desde 9 de janeiro, cotado a R$ 1,807, alta de 0,37%, na venda; no mercado à vista de balcão, moeda foi cotada a R$ 1,8090 (+0,50%), após interromper ontem a trajetória de sete sessões de ganhos acumulados em 5,43%. Na BM&F, o dólar pronto encerrou com ganho de 0,17%, a R$ 1,808.

DOL5O avanço interno da moeda norte-americana ficou em linha com a valorização generalizada no exterior em meio aos sinais do Federal Reserve e de seu presidente, Ben Bernanke, de que há uma melhora na economia do país, mas que novos estímulos não estão sendo considerados no momento.

Além disso, o compromisso explícito do governo brasileiro em evitar a valorização do real não sai da cabeça dos agentes financeiros. Nesta terça-feora, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o câmbio no País agora é administrado e sugeriu a existência de uma banda de oscilação para o dólar, de R$ 1,70 a R$ 1,90.

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Dólar fecha em queda após fala de Guido Mantega


O dólar comercial encerrou a terça-feira em queda de 0,26%, cotado a R$ 1,80 na venda. No mercado à vista, a divisa fechou em queda, de 0,28%, cotado a R$ 1,800 no balcão, após acumular alta de 5,43% ante o real nas sete sessões anteriores. No mês, a moeda contabiliza ganho de 4,90% e, no ano, queda de 3,69%. Na BM&F, o dólar spot encerrou com baixa de 0,24%, a R$ 1,8050. O giro total à vista na clearing de câmbio há pouco somava US$ 2,167 bilhões (US$ 1,794 bilhão em D+2).

DOL11O recuo da moeda norte-americana foi considerado tímido, mas significativo. Discreto porque o dólar vem carregando fortes ganhos recentemente, afirmou um operador de tesouraria de um banco. No entanto, completou a fonte, também foi representativo porque ocorreu após o ministro da Fazenda, Guido Mantega, declarar publicamente pela primeira vez que o câmbio no País é administrado e reiterar que irá adotar várias medidas para conter a valorização do real, que vem prejudicando a indústria nacional. Até então, as reiteradas ameaças de novas medidas cambiais vinham dando sustentação ao avanço do dólar.

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