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Etiqueta Arquivos: mercado de divisas online

Dólar em queda expressiva e fecha em R$ 1,557


O dia foi de queda na moeda norte-americana, após indicar cotação máxima de R$1,570, a divisa fechou cotada a R$1,557 para venda, desvalorização de 0,83%. O euro, por sua vez, subia 0,14%, ante o dólar, a US$ 1,4347.

DEUDA PUBLICA

Os agentes comentam que o avanço no preço das commodities também reflete sobre o mercado de câmbio, pois o país obtém mais dólares com as exportações. Há pouco, o Índice CRB, que mede o desempenho das commodities, subia 6%, aos 346,27 pontos.

O Banco Central (BC) realizou dois leilões de compra de dólares no mercado à vista. Durante o dia, o BC informou que a Ptax (média oficial do dólar no dia) fechou a R$ 1,5573 na compra e a R$ 1,5581 na venda, com desvalorização de 0,52% frente ao encerramento anterior (R$1,5662).

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Dólar fecha quase estável nesta segunda-feira


O dólar comercial fechou quase estável nesta segunda-feira (16), com ligeira baixa de 0,06% , cotado a R$ 1,632 na venda.

brasil-usa

O Banco Central (BC) realizou um leilão para a compra de dólares no mercado à vista no pregão de hoje. A taxa aceita foi de R$ 1,632. A medida busca elevar a cotação da moeda.

O dólar praticamente se manteve em torno das máximas desde março em meio ao ambiente de cautela nos mercados internacionais.

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Euro afetado pela prisão do presidente do FMI


A prisão do diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, por tentativa de estupro provocou efeitos na cotação do euro em relação ao dólar. De acordo com a BBC Brasil, a moeda europeia caiu hoje (16) ao ponto mais baixo registrado nas seis semanas.

Dinero_Bolsillo

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, chegou a afirmar que há "boas razões" para a Europa ter um candidato pronto para o cargo máximo do FMI, mas se negou a comentar a eventual saída de Strauss-Kahn do cargo de diretor-gerente.

O francês – de 62 anos, casado – foi detido na noite do último sábado (14) em Nova York, sob a acusação de atacar sexualmente a camareira de um hotel. Strauss-Kahn participaria hoje de uma reunião em Bruxelas sobre a concessão de ajuda financeira à Grécia e a outros países europeus endividados.

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Dólar fecha em queda de 0,63%, a R$ 1,574 e vai alem do mínimo atingido ontem.


O dólar comercial fechou em queda de 0,63% nesta sexta-feira, a R$ 1,574 na venda. Na semana, a moeda dos Estados Unidos acumula baixa de 2,36%. A moeda norte-americana registrou desvalorização de 2,36% no acumulado da semana e voltou a atingir os valores mais baixos desde agosto de 2008, antes da crise financeira mundial.

Para os investidores, o governo brasileiro deu um recado claro durante essa semana: não tomará medidas drásticas que cortem repentinamente o forte fluxo financeiro que vem sendo destinado ao país. Soma-se a essa posição da Fazenda a própria fraqueza da moeda dos EUA, que vem caindo na comparação com outras divisas no mundo. Ou seja, não é apenas o real que está se valorizando em relação ao dólar.

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Dólar perfura a faixa dos R$ 1,60 apesar de medidas


A cotação do dólar comercial fechou em forte baixa de 1,86%, nesta quinta-feira (7), a R$ 1,584 na venda. A moeda norte-americana registra o menor valor desde o dia 6 de agosto de 2008 (quando valia R$ 1,578). O aumento da restrição sobre os empréstimos externos fracassou em reduzir a queda do dólar.

Desde esta quinta-feira as empresas que tomarem empréstimos de menos de dois anos no exterior vão pagar 6% de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

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IOF mais barato na renovação de empréstimos no exterior


O Conselho Monetário Nacional (CMN) acabou com uma brecha que permitia às empresas que renovem empréstimos no exterior pagar menos de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Em reunião extraordinária no início da noite do dia 4, o conselho decidiu obrigar as empresas a realizarem câmbio simultâneo nessas renovações.

Com a medida, as empresas que renovarem dívidas no exterior, tanto por meio da emissão de títulos no mercado internacional como pela contratação de empréstimos, farão duas operações simultâneas de câmbio – uma de saída, outra de entrada. Na saída de recursos, será cobrada alíquota de 0,38%. Na entrada, a taxação será de 6%. No fim, o IOF cobrado é de 6,38%.

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Dólar deve cair mais causa da qualificação da Fitch


A agência de classificação de risco Fitch Ratings, a terceira maior do mundo, elevou ontem o Brasil ao segundo degrau do grau de investimento, selo de bom pagador. Com o Brasil mais confiável, o reflexo mais imediato é a entrada de mais recursos externos no país, o que deve desvalorizar o dólar.

A agência subiu a nota de risco do Brasil de BBB- para BBB. É a primeira elevação desde maio de 2008, quando a Fitch reconheceu o Brasil como grau de investimento. Faltam ainda oito níveis para o Brasil atingir o nível máximo da agência, AAA.

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