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Etiqueta Arquivos: operativa do mercado de câmbio

Real entra em nova fase de fortalecimento e vai para R$ 1,61


Apesar da atuação do governo para tentar segurar a cotação do dólar, a moeda norte-americana tomou novo tombo nesta sexta-feira, e fechou o primeiro dia de abril em baixa de 1,16%, com a moeda negociada a R$ 1,612 na venda.

É a cotação mais baixa desde o dia 21 de agosto de 2008, quando ficou em R$ 1,61. No acumulado da semana, a moeda norte-americana teve desvalorização de 2,89%. Conforme antecipou na noite de ontem Guilherme Barros, o governo não adotaria mais medidas para frear a queda do dólar.

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Ação do BC faz dólar fechar em R$ 1,65


A nova medida do governo para conter a "enxurrada" de dólares no País e a especulação com a moeda teve impacto limitado no mercado de câmbio doméstico, pelo menos na sessão de ontem.

O dólar comercial chegou a ser negociado, no máximo, por R$ 1,664 logo pela manhã, mas seu valor recuou no restante da sessão, sem que as duas compras de moeda feitas pelo BC, e o anúncio da nova medida, tenham impedido a queda.

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Dólar comercial fecha com leve queda de 0,06%


Após manter leve valorização durante quase todo o intraday, o dólar comercial reverteu o sinal nos instantes finais de negociação, fechando esta terça-feira (11) com leve queda de 0,06%, sendo cotado na venda a R$ 1,687. Noticiário favorável da Europa e o início da temporada de resultados nos EUA agitaram os mercados nesta sessão. Por aqui, intervenção do BaCen e Mantega ficaram em destaque.

O Banco Central do Brasil manteve sua rotina de leilões de compra de dólares no mercado cambial à vista. A operação ocorreu entre 16h00 e as 16h05 (horário de Brasília), com uma taxa de corte aceita em R$ 1,6874.

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Novo bloco de medidas para o dólar


Depois de adotar medidas para reduzir as operações dos bancos com câmbio, que ajudam a derrubar o dólar, o governo reforçou, ontem, seus instrumentos para tentar diminuir também o ganho dos investidores nessas especulações. O Tesouro foi autorizado a comprar e vender dólar nos mercados futuros, usando o dinheiro do Fundo Soberano, uma poupança do governo em reais.

Além disso, a Fazenda quer anunciar ainda nesta semana novas medidas para conter a alta do real, o que deve incluir a divulgação do quanto será bloqueado do Orçamento. O anúncio depende da cotação do dólar na semana. A estratégia é apresentar tudo antes da reunião do Copom, na próxima semana. Apesar de o Planalto já dar como certa uma elevação dos juros, quer evitar uma alta "draconiana´´ da Selic.

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Nova sessão instável da Bovespa, cede 0,74%


Após ter operado em alta pela manhã, refletindo grandes expectativas em relação aos números do mercado de trabalho norte-americano, o Ibovespa fechou o pregão desta sexta-feira (7) em baixa de 0,74%, aos 70.057 pontos, com os investidores recebendo negativamente os dados do Relatório do Emprego nos Estados Unidos e repercutindo a movimentada agenda doméstica. O giro financeiro do dia ficou em R$ 5,24 bilhões. Na semana, porém, o benchmark acumulou alta de 1,09%.

nfluenciando na performance negativa do índice, os papéis da Petrobras fecharam em queda. Apesar deste movimento, a companhia anunciou a aprovação do afretamento de duas novas plataformas destinadas à produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás, referentes aos projetos-pilotos da área de Guará-Norte e do campo de Cernambi, localizados no polo pré-sal da Bacia de Santos, antecipando o funcionamento destas áreas para 2014.

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O BC segurando a valorização do Real


O governo decidiu agir para tentar frear a supervalorização do real e conter a especulação. O Banco Central anunciou ontem que as instituições financeiras terão de recolher sob a forma de depósito compulsório parte dos dólares que vendem sem ter.

Classificada como prudencial pela autoridade monetária, a medida tem como objetivo elevar a cotação da moeda americana e, com isso, minimizar os impactos negativos que desde o ano passado penalizam o setor produtivo e os exportadores brasileiros. O BC espera retirar US$ 7 bilhões de circulação.

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Ingresso de divisas durante governo Lula somou 202,7 bilhões


O governo de Luiz Inácio Lula da Silva terminou com ingresso recorde de dólares. Dados divulgados ontem, pelo Banco Central, mostram que US$ 202,72 bilhões ingressaram no País entre 2003 e 2010. Nesse período, inclusive, foi registrado o maior fluxo cambial da história do Brasil: entrada de US$ 87,45 bilhões em 2007.

O resultado dos oito anos mostra inversão do fluxo quando comparado aos oito anos do governo de Fernando Henrique Cardoso – entre 1995 e 2002, quando o fluxo cambial do Brasil registrou fuga de US$ 26,278 bilhões.

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